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	<title>LanuxLand</title>
	<link>http://lanux.com.br</link>
	<description>Small like zen spirit, big like tantra mind... live life as it is... not even try.</description>
	<pubDate>Wed, 12 Nov 2008 21:16:41 +0000</pubDate>
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		<title>De longe é igual</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Nov 2008 20:55:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lanusse</dc:creator>
		
	<category>Textos</category>
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		<description><![CDATA[Vale mais relaxar as pernas, os dedos, os ombros, as costas e ver tudo deste espaço vasto, meu e teu - a vida está em todo lugar e é prestando atenção nela que uma janela do tamanho de uma varanda sem fim aparece. 
Toda essência flutua, bela em êxtase: do realize that it is not [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vale mais relaxar as pernas, os dedos, os ombros, as costas e ver tudo deste espaço vasto, meu e teu - a vida está em todo lugar e é prestando atenção nela que uma janela do tamanho de uma varanda sem fim aparece. </p>
<p>Toda essência flutua, bela em êxtase: <em>do realize that it is not you who moves from dream to dream&#8230; all  dreams flow before you.</em> </p>
<p>&#8230;</p>
<p>Nós deveríamos sempre dançar como se não houvesse ninguém olhando.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Not even me</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Nov 2008 19:41:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lanusse</dc:creator>
		
	<category>Textos</category>
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		<description><![CDATA[Sem corpo ou mente a vida é pura liberdade e cócegas.
Pois toda grama cresce no tempo certo, e toda verdade acontece naquele momento que a gente esquece quando relembra sonhando que está faltando alguma coisa.
Yes.
Stay where you are, tangerine. 
And be forever.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sem corpo ou mente a vida é pura liberdade e cócegas.</p>
<p>Pois toda grama cresce no tempo certo, e toda verdade acontece naquele momento que a gente esquece quando relembra sonhando que está faltando alguma coisa.</p>
<p>Yes.</p>
<p>Stay where you are, tangerine. </p>
<p>And be forever.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Amitayus flavour</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Oct 2008 13:53:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lanusse</dc:creator>
		
	<category>Textos</category>
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		<description><![CDATA[Nem mais um dia com porquês.
Afinal, chove. 
Mas nem faz tanto frio.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nem mais um dia com porquês.</p>
<p>Afinal, chove. </p>
<p>Mas nem faz tanto frio.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Lotus feet, 21</title>
		<link>http://lanux.com.br/archives/85</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 02:02:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lanusse</dc:creator>
		
	<category>Textos</category>
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		<description><![CDATA[Além do sim e do não, dobrando a esquina, há um lago azul-baunilha onde coelhos transparentes recitam mantras luminosos e flutuam adocicados com suas pernas-de-pau sobre as orelhas. 
Let it be. 
Look inside. 
Nem tente.
No café com leite diário do meio da tarde, faça frio ou samba, o açucar mascavo é de praxe por ali.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Além do sim e do não, dobrando a esquina, há um lago azul-baunilha onde coelhos transparentes recitam mantras luminosos e flutuam adocicados com suas pernas-de-pau sobre as orelhas. </p>
<p>Let it be. </p>
<p>Look inside. </p>
<p>Nem tente.</p>
<p>No café com leite diário do meio da tarde, faça frio ou samba, o açucar mascavo é de praxe por ali.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Deathless as a dead bird</title>
		<link>http://lanux.com.br/archives/86</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Sep 2008 21:40:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lanusse</dc:creator>
		
	<category>Textos</category>
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		<description><![CDATA[Há uma diferença entre eu e você, que não conta realmente, mas que no fundo é nossa única similaridade.
Pois quando o vento se esgueira pela fresta da porta, nas manhãs frias, acordando quem não merece ser acordado, e a poeira se acumula sobre o balcão das pedras de estimação, fazendo festa para quem ama espirrar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há uma diferença entre eu e você, que não conta realmente, mas que no fundo é nossa única similaridade.</p>
<p>Pois quando o vento se esgueira pela fresta da porta, nas manhãs frias, acordando quem não merece ser acordado, e a poeira se acumula sobre o balcão das pedras de estimação, fazendo festa para quem ama espirrar paredes, tudo se acalma aqui e aí, cada vez mais. Um acalmar de fim de mundo, barulhento, doído e inefável, como todo estar passageiro.</p>
<p>- That kind of tune, darling&#8230; you know.</p>
<p>&#8230;</p>
<p>Minha garganta é tão pequena que cabe todo o universo e até um ranço. E mesmo que essa escova de dentes se mova sem me questionar para onde, e uma face envelheça no espelho todas as noites sem pedir perdão, a beleza do ordinário só me parece aumentar, dia após dia, um segundo de cada vez.</p>
<p>Nem bom, nem ruim. </p>
<p>Feito dizer um sim, sincero e destemido: nada de realmente novo ou velho em mim, em você. </p>
<p>&#8230;</p>
<p>Tempo bom é o que passa, eu sei&#8230; e toda vida é só, sempre bom lembrar, deus na sua mais pura essência. Done!</p>
<p>So what?
</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Algaroba flavour</title>
		<link>http://lanux.com.br/archives/84</link>
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		<pubDate>Wed, 13 Aug 2008 16:08:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lanusse</dc:creator>
		
	<category>Textos</category>
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		<description><![CDATA[Cachorro, pudim, cartão de crédito internacional: o homem de pijama se achava sábio, mas ainda não havia atingido a perfeição de uma árvore.
- Qual é o comportamento correto?
- Qualquer suco de fruta pode ser doce, se você quiser&#8230;
- &#8230;
- &#8230;
- Bah! Quanta asneira!
- E apesar disso o silêncio continua sendo a base de tudo, monge. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cachorro, pudim, cartão de crédito internacional: o homem de pijama se achava sábio, mas ainda não havia atingido a perfeição de uma árvore.</p>
<p>- Qual é o comportamento correto?<br />
- Qualquer suco de fruta pode ser doce, se você quiser&#8230;<br />
- &#8230;<br />
- &#8230;<br />
- Bah! Quanta asneira!<br />
- E apesar disso o silêncio continua sendo a base de tudo, monge. Se você não se propõe a entendê-lo até no meio do maior barulho, o que pretende encontrar?</p>
<p>&#8230;</p>
<p>Estamos todos errados e temos apenas um todo-abrangente e amável vazio para contar com&#8230; Tão bom.</p>
<p>Life is always true indeed.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Isso, aquilo</title>
		<link>http://lanux.com.br/archives/83</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 15:29:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lanusse</dc:creator>
		
	<category>Textos</category>
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		<description><![CDATA[Ao acordar, durmo. Ao dormir, acordo: não há outro tempo e não há porquês. Quando a gente se descobre um, o resto é só encenação.
- Eu queria te perguntar sobre a vida, darling, como sempre fiz&#8230; mas hoje em dia, essa pergunta não nasce mais.
- &#8230;
- Exatamente.
Pausa. Movimento. Silêncio. Som.
Todas as palavras são mentiras. Todas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao acordar, durmo. Ao dormir, acordo: não há outro tempo e não há porquês. Quando a gente se descobre um, o resto é só encenação.</p>
<p>- Eu queria te perguntar sobre a vida, darling, como sempre fiz&#8230; mas hoje em dia, essa pergunta não nasce mais.<br />
- &#8230;<br />
- Exatamente.</p>
<p>Pausa. Movimento. Silêncio. Som.</p>
<p>Todas as palavras são mentiras. Todas as mentiras são palavras.
</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>You and all</title>
		<link>http://lanux.com.br/archives/82</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Jun 2008 22:11:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lanusse</dc:creator>
		
	<category>Textos</category>
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		<description><![CDATA[Quando tinha onze anos ela pensava que, quando tudo melhorasse, todas as tardes iriam ser folheadas de outono e as manhãs cheias de improvisação.
As perguntas e respostas nasceriam juntas - como sempre fizeram e ela nunca percebera - e o prestar atenção no que é verdadeiro ia ser categórico, porém doce.
A beleza nem tudo conta&#8230; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando tinha onze anos ela pensava que, quando tudo melhorasse, todas as tardes iriam ser folheadas de outono e as manhãs cheias de improvisação.</p>
<p>As perguntas e respostas nasceriam juntas - como sempre fizeram e ela nunca percebera - e o prestar atenção no que é verdadeiro ia ser categórico, porém doce.</p>
<p>A beleza nem tudo conta&#8230; and it&#8217;s all very simple indeed. </p>
<p>Tudo é dharma, nada é dharma. Just don&#8217;t move away from the real buddha you already are: o tempo é precioso, e os outros também - mesmo que não passem de suaves e melódicas perspectivas.
</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Quanto mais, menos.</title>
		<link>http://lanux.com.br/archives/79</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Jun 2008 20:35:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lanusse</dc:creator>
		
	<category>Textos</category>
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		<description><![CDATA[Aprendizado. Aperfeiçoamento. Evolução. Nós e nossas histórias, em todas as idades. 
- O que você vê, monge?
- Uma parede amarela.
- Hahahaha! Sem mentiras, o que você vê, monge?
- Eu já disse, uma parede amarela&#8230;
- Hahahaha! 
&#8230;
Sim, naquele dia. Não, amanhã de manhã. Ou ainda talvez.
Quem disse que o mundo se mantém ali depois que fechamos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aprendizado. Aperfeiçoamento. Evolução. Nós e nossas histórias, em todas as idades. </p>
<p>- O que você vê, monge?<br />
- Uma parede amarela.<br />
- Hahahaha! Sem mentiras, o que você vê, monge?<br />
- Eu já disse, uma parede amarela&#8230;<br />
- Hahahaha! </p>
<p>&#8230;</p>
<p>Sim, naquele dia. Não, amanhã de manhã. Ou ainda talvez.</p>
<p>Quem disse que o mundo se mantém ali depois que fechamos os olhos? </p>
<p>Jura? </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Tangerina Hearth Band</title>
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		<pubDate>Tue, 27 May 2008 22:02:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lanusse</dc:creator>
		
	<category>Textos</category>
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		<description><![CDATA[Eu decidi te amar. 
Sem arrodeios.
Isso te apetece? 
Se sim, então decides se queres conhecer um amor que vai te levar além do corpo, além das idéias juvenis dos romances intelectualizados e além desse limitado estreitismo covarde chamado erroneamente de amor que tanto conhecemos por aí&#8230; 
Um amor de verdadeira felicidade. 
E tudo que precisas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu decidi te amar. </p>
<p>Sem arrodeios.</p>
<p>Isso te apetece? </p>
<p>Se sim, então decides se queres conhecer um amor que vai te levar além do corpo, além das idéias juvenis dos romances intelectualizados e além desse limitado estreitismo covarde chamado erroneamente de amor que tanto conhecemos por aí&#8230; </p>
<p>Um amor de verdadeira felicidade. </p>
<p>E tudo que precisas fazer é apenas querer. Querer verdadeiramente. Querer mais do que qualquer outra coisa, mais do que um corpo, mais do que uma idéia, um desejo, um sonho, mais do que tudo que conheças ou aches que vais conhecer um dia.</p>
<p>Pois nesse amor que te ofereço não existem &#8220;meus&#8221;, nem histórias, nem vontades, nem eu, nem você&#8230; pois aí já não queremos duas coisas, mas uma só: o amor como ele é, natural e sem expectativas. </p>
<p>Mas para isso terás que confiar em mim.</p>
<p>Tu precisas se dar completamente a mim.</p>
<p>Entregar-se completamente, sem objetivos e sem esperanças pré-concebidas.</p>
<p>Uma entrega sem reservas, sem medo, numa total confiança nunca antes ousada&#8230; completa, como se a tua própria vida não tivesse a mínima importância. </p>
<p>E isso, simplesmente porque tens a necessidade de descobrir o que está por trás de todas as mentiras e máscaras, e porque acreditas que o mais importante na vida de qualquer pessoa - tu, eu, o mundo e toda a gente - é amar verdadeiramente, mais e sempre, e dessa maneira ser amado, ser amada.</p>
<p>A verdadeira e única felicidade na vida depende disso. Depende de podermos ser capazes de nos encontrar, cara-a-cara, sem resistências, e sermos eu e você, nem eu, nem você&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Baker trumpet solo</title>
		<link>http://lanux.com.br/archives/76</link>
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		<pubDate>Wed, 21 May 2008 19:53:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lanusse</dc:creator>
		
	<category>Textos</category>
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		<description><![CDATA[Quando a gente se conheceu era um sábado de novembro. Mas nem sábados, nem novembros realmente existem, não é mesmo? Olha que engraçado&#8230;
Deve ser o medo de nós mesmos que nos faz querer estar tão certos de tantas incertezas vida afora.
O segredo está sempre no lugar mais óbvio.
&#8230;
Let’s get lost, lost in each other’s arms [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando a gente se conheceu era um sábado de novembro. Mas nem sábados, nem novembros realmente existem, não é mesmo? Olha que engraçado&#8230;</p>
<p>Deve ser o medo de nós mesmos que nos faz querer estar tão certos de tantas incertezas vida afora.</p>
<p>O segredo está sempre no lugar mais óbvio.</p>
<p>&#8230;</p>
<p><em>Let’s get lost, lost in each other’s arms (&#8230;) and tell the world we’re in that crazy mood.</em></p>
<p>Porque é sempre bom parar, eu acho. E saber que a felicidade pode ser uma curva na esquina ou não: verdadeiros amores não se encontram um dia, eles estão um no outro desde sempre.
</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Eucalipto samba</title>
		<link>http://lanux.com.br/archives/69</link>
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		<pubDate>Wed, 07 May 2008 15:37:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lanusse</dc:creator>
		
	<category>Textos</category>
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		<description><![CDATA[Nem sempre é fácil, mas também nem sempre é difícil. A parte boa é que nem sempre.
Montanha rodeada de um espaço infinito:
- Você deveria acordar e ser feliz. Esquecer essa problemática toda&#8230;
- Todo mundo deveria.
Pra esquecer: passarinhos açucarados espalham pólen branco quando batem as asas&#8230; e não há nada de errado ou sagrado nisso.

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nem sempre é fácil, mas também nem sempre é difícil. A parte boa é que nem sempre.</p>
<p>Montanha rodeada de um espaço infinito:</p>
<p>- Você deveria acordar e ser feliz. Esquecer essa problemática toda&#8230;<br />
- Todo mundo deveria.</p>
<p>Pra esquecer: passarinhos açucarados espalham pólen branco quando batem as asas&#8230; e não há nada de errado ou sagrado nisso.
</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Rosa e raso</title>
		<link>http://lanux.com.br/archives/68</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Apr 2008 17:07:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lanusse</dc:creator>
		
	<category>Textos</category>
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		<description><![CDATA[Talvez naquele dia. Ou ainda amanhã. Ou nunca não.
Pois já que é fato que o vento nada tem a ver com isso, festejemos: beijos e abraços verdadeiros sempre foram expressões do coração, não da razão.
&#8230;
O grande obstáculo é que não existe obstáculo.
O grande osbcurecimento é que não existe obscurecimento.
A grande dificuldade é que não existe [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Talvez naquele dia. Ou ainda amanhã. Ou nunca não.</p>
<p>Pois já que é fato que o vento nada tem a ver com isso, festejemos: beijos e abraços verdadeiros sempre foram expressões do coração, não da razão.</p>
<p>&#8230;</p>
<p>O grande obstáculo é que não existe obstáculo.<br />
O grande osbcurecimento é que não existe obscurecimento.<br />
A grande dificuldade é que não existe dificuldade.</p>
<p>&#8230;</p>
<p>Um coração aberto como o céu recebe igualmente o sol e a lua. E os dois fazem cócegas quando chegam na barriga.
</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Avenida do meio do mundo</title>
		<link>http://lanux.com.br/archives/67</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Apr 2008 18:48:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lanusse</dc:creator>
		
	<category>Textos</category>
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		<description><![CDATA[A mente vaga aqui e acolá, mas a verdade se mantém sempre no mesmo lugar: em casa, nem dentro, nem fora.
- Você é tão bela que me doem os artelhos, Rita&#8230;
- Massagem?
- Interior&#8230;
Brisa.
Uma flor de lótus não pára quieta quando ouve uma boa piada.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A mente vaga aqui e acolá, mas a verdade se mantém sempre no mesmo lugar: em casa, nem dentro, nem fora.</p>
<p>- Você é tão bela que me doem os artelhos, Rita&#8230;<br />
- Massagem?<br />
- Interior&#8230;</p>
<p>Brisa.</p>
<p>Uma flor de lótus não pára quieta quando ouve uma boa piada.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Crazy sweet nothing</title>
		<link>http://lanux.com.br/archives/66</link>
		<comments>http://lanux.com.br/archives/66#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 26 Mar 2008 21:35:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lanusse</dc:creator>
		
	<category>Textos</category>
		<guid isPermaLink="false">http://lanux.com.br/archives/66</guid>
		<description><![CDATA[Não. Você não pode colocar um nome, uma tradição ou até uma definição sobre o que é essencialmente real e verdadeiro. Presta atenção. Qualquer tentativa é, em si, um sonho, um erro, uma laranja pintada.
- Todo começo e fim é sem começo e fim: rest to be.
E a vida é ainda mais bela quando a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não. Você não pode colocar um nome, uma tradição ou até uma definição sobre o que é essencialmente real e verdadeiro. Presta atenção. Qualquer tentativa é, em si, um sonho, um erro, uma laranja pintada.</p>
<p>- Todo começo e fim é sem começo e fim: <em>rest to be</em>.</p>
<p>E a vida é ainda mais bela quando a gente descobre que não há ninguém a quem recorrer - descobrir-se abrangentemente sozinho é a primeira constatação de amadurecimento que vale a pena. A segunda, é que não existe solidão verdadeira, nem mesmo na solidão como a conhecemos&#8230;</p>
<p>&#8230;</p>
<p>- Você está tão calado hoje&#8230;<br />
- É que eu queria muito correr atrás da última segunda-feira&#8230; mas se eu correr, eu não vou alcançar nunca.
</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Bic com tampa de algodão</title>
		<link>http://lanux.com.br/archives/65</link>
		<comments>http://lanux.com.br/archives/65#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 19 Mar 2008 21:52:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lanusse</dc:creator>
		
	<category>Textos</category>
		<guid isPermaLink="false">http://lanux.com.br/archives/65</guid>
		<description><![CDATA[É isso, Isabel. Esquece. Solta no chão, deixa quebrar e se inspira com o barulho engraçado e libertador de cacos voando. 
No Big Bang foi assim, e se você prestar atenção, vai ver que estamos sentindo, até hoje,  as cócegas dessa explosão que não acaba nunca.
&#8230;
Então, para começar, esquece as palavras. E as imagens, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É isso, Isabel. Esquece. Solta no chão, deixa quebrar e se inspira com o barulho engraçado e libertador de cacos voando. </p>
<p>No <em>Big Bang</em> foi assim, e se você prestar atenção, vai ver que estamos sentindo, até hoje,  as cócegas dessa explosão que não acaba nunca.</p>
<p>&#8230;</p>
<p>Então, para começar, esquece as palavras. E as imagens, as interpretações, as opiniões.</p>
<p>No fundo, não é difícil. Largar o que se tem é uma das coisas mais fáceis que existem&#8230; </p>
<p>Fica com o que sobrar e levanta para saborear o mundo.</p>
<p>Porque você é tão mundo quanto todo o resto. Tão mundo quanto aquela folha voando confiante ali do lado, ou esse movimento independente que acontece nos teus pulmões neste exato momento: <em>Big Bang Isabel</em>.<br />
&#8230;</p>
<p>Para finalizar, esquece também o mundo. </p>
<p>Ele não precisa de você. </p>
<p>&#8230;</p>
<p><em>Let it all drop, my love</em>. </p>
<p>&#8230;</p>
<p>Veja com o coração e veja bem&#8230; pois como certo disse Seu Machado: a melhor definição de amor não vale um beijo.
</p>
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		<title>Oddyana em 5 cores puras</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Mar 2008 04:40:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lanusse</dc:creator>
		
	<category>Textos</category>
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		<description><![CDATA[Caracteres tibetanos encravados em ouro sobre dentes puídos. Ela é assim. Pele de luz encarnada, a exalar a raiva cristalina dos tempos sem fim nem começo, essência da mais pura paz. 
Dois compassos e um chacoalhar agudo reverberando a corrente dos ossos:
- Não! Nada a ser alcançado e nenhum lugar a chegar. Numa mente sem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caracteres tibetanos encravados em ouro sobre dentes puídos. Ela é assim. Pele de luz encarnada, a exalar a raiva cristalina dos tempos sem fim nem começo, essência da mais pura paz. </p>
<p>Dois compassos e um chacoalhar agudo reverberando a corrente dos ossos:</p>
<p>- Não! Nada a ser alcançado e nenhum lugar a chegar. Numa mente sem lados, só existe alívio.</p>
<p>&#8230;</p>
<p>Olhai os lírios do campo -  ela sussura enfim. Pois nunca é o que você faz ou quer&#8230; é o que deixa de fazer e de querer que realmente importa.
</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Ubaluba sem fim nem começo</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Feb 2008 22:01:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lanusse</dc:creator>
		
	<category>Textos</category>
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		<description><![CDATA[Mariana ama, chora e procura um problema fora dela. Talvez ache que o mundo é uma coisa grande, estranha, bem diferente de tudo que vê e conhece desde pequena. 
Tempo para ouvir baixinho. E na pausa da chuva, uma deidade tântrica dourada e azul acende a fogueira e avisa que hoje ela não está pra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mariana ama, chora e procura um problema fora dela. Talvez ache que o mundo é uma coisa grande, estranha, bem diferente de tudo que vê e conhece desde pequena. </p>
<p>Tempo para ouvir baixinho. E na pausa da chuva, uma deidade tântrica dourada e azul acende a fogueira e avisa que hoje ela não está pra peixe:</p>
<p>- A gente não consegue ver direito quando existe uma mente na frente.<br />
- Isso eu venho te dizendo há milhões de anos&#8230;<br />
- É, mas talvez só agora a ficha esteja finalmente caindo.<br />
- Sei&#8230; e ela vai cair onde?<br />
- &#8230;</p>
<p>Na vida a dor é inevitável, Mari&#8230; já o sofrimento, é opcional.
</p>
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		<title>Caneta, papel e jasmin</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Feb 2008 17:18:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lanusse</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Uma maneira de ver pode conter várias outras, sir&#8230; perspectivas florescem em centenas everywhere.
Se você quer verdadeiramente encontrar o que procura, melhor um viver apurado, desses que desconhecem olhar para dentro ou para fora. É como eles dizem, suffused empty awareness e esse tal superior que você tanto procura pode estar mais perto do que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma maneira de ver pode conter várias outras, sir&#8230; perspectivas florescem em centenas everywhere.</p>
<p>Se você quer verdadeiramente encontrar o que procura, melhor um viver apurado, desses que desconhecem olhar para dentro ou para fora. É como eles dizem, <em>suffused empty awareness</em> e esse tal superior que você tanto procura pode estar mais perto do que você imagina. Nem um esforço a mais, nem um a menos.</p>
<p>- Right, mas eu ainda espero que dê certo&#8230;</p>
<p>Peixe grande, peixe-pequeno: expectativas são ressentimentos em construção.
</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Dezembro sem raízes, sempre a podar</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Dec 2007 17:21:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lanusse</dc:creator>
		
	<category>Textos</category>
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		<description><![CDATA[Lado vem, lado vai.
Mas qual é a verdade última, monge? Ouve, que eu digo honestamente mais uma vez, mesmo sabendo que você não vai entender.
A mais pura e última verdade é a tua natureza. Ela não tem forma, não tem limite e não tem tempo. Não existe, não vai existir, nem nunca existiu outra coisa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lado vem, lado vai.</p>
<p>Mas qual é a verdade última, monge? Ouve, que eu digo honestamente mais uma vez, mesmo sabendo que você não vai entender.</p>
<p>A mais pura e última verdade é a tua natureza. Ela não tem forma, não tem limite e não tem tempo. Não existe, não vai existir, nem nunca existiu outra coisa além dela. Ela sempre esteve aí, nunca foi embora e mesmo assim, você nunca a quis perceber e prefere estar perdido nas suas distrações e brincadeiras de karma por milhões de éons sem fim.</p>
<p>Todos os teus termos bonitos, tuas teorias, tuas concepções e até a tua procura por uma verdade última fazem parte dessas distrações que só te levam para longe da coisa mais próxima e verdadeira que você tem.</p>
<p>Não se pode encontrar a verdade, monge. A verdade não está em lugar nenhum que você resolva procurar. Você é um cachorro correndo atrás do próprio rabo.</p>
<p>- Mas&#8230;<br />
- Lá vai você de novo.<br />
- &#8230;<br />
- Lá vai você de novo.<br />
- &#8230;<br />
- Au-au! Hahahaha!
</p>
]]></content:encoded>
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