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Too lazy to be ambitious, I let the world take care of itself. Ten days' worth of rice in my bag; a bundle of twigs by the fireplace. Why chatter about delusion and enlightenment? Listening to the night rain on my roof, I sit comfortably, with both legs stretched out. - Zen Master Ryokan (1758–1831)

Flor de portão

Posted: September 5th, 2006 | Author: | Filed under: Textos | 2 Comments »

A janela de cortina amarela faz a introdução. Ela dorme plena no lençol sem dobras. Ele não.

- Olha pra mim e não deixa de ver do outro lado, faz favor.

Sabes o cheiro de vento matutino orvalhado nos panos da casa? Tem gente que consegue ser assim mesmo, brisa pura.

Estimular o bom senso, primavera, verão… Manter o olho doce, outono, inverno, primavera…


Ilhando

Posted: August 15th, 2006 | Author: | Filed under: Textos | 4 Comments »

Parassem para questionar o tamanho da curva que estavam dando, desistiam. Quando o assunto é mundo, melhor não perguntar demais, sabe como é… toda interrogação tem um fundo de verdade.

Sabiam que havia um verde de seda n’água, um alô de amigos e um ligeiro good mood na imensidão de ilhas all over.

O resto respirava tranquilo na mala comportada.

Pássaros no céu simplificando o querer: piso de madeira sempre cheirou a vida tranquila.


Um pouco mais de ação, vai…

Posted: August 6th, 2006 | Author: | Filed under: Textos | 2 Comments »

Um zê aqui, duas vogais acolá. Desde o início é assim: as vogais são sempre as mais legais e ninguém percebe.

Pois você sabe como são essas coisas, né? Sabe… sabe que eu sei. É como tomar café com mascavo por querer ou se despreocupar por saber. Certos comportamentos foram feitos para certas pessoas mesmo.

Manter a linha. Manter…

Rio 15 graus nonsense hoje.

O dia começa com um vento frio na janela e outro na barriga…


Macaco louco

Posted: July 28th, 2006 | Author: | Filed under: Textos | 6 Comments »

Saiu de casa, deitou embaixo da flor mais bonita da velha ameixeira e resolveu não pensar…

- Quando as coisas parecem despencar, qual a melhor atitude a tomar?
- Não tentar segurá-las.

Pois bem. Dizem que as tardes amarelas são as mais bonitas. As folhas mudam, o mundo também.


Dive yourself into

Posted: July 17th, 2006 | Author: | Filed under: Textos | 1 Comment »

Uma xicará de café amargo para começar o dia e uma de chá de ginko para terminá-lo. Uma maneira bem cuidada de auto-massagem pode começar assim.

- Esse é o chá mais gostoso que já tomei…

- Não inventa moda, Mateus. Larga essa preguiça e começa a fazer algo que preste nessa vida!

- …

Praticidade é uma coisa boa para circular o sangue, sem dúvida. Pena que não deixa gosto de flor na boca.


(Des)nublando

Posted: July 4th, 2006 | Author: | Filed under: Textos | 1 Comment »

O assobio do vento entre o musgo das rochas antecipa o sábado fácil.

Lá embaixo, destoam da calmaria três formiguinhas noveleiras a cochichar veleidades.

Tempo pra viver.

Pensar de olhos abertos, observar com cuidado um agrado: o ideal mesmo é não perder o contato com o suave. Tempo bom quando não vem, avisa.


Control Z açucarado

Posted: June 20th, 2006 | Author: | Filed under: Textos | 7 Comments »

Isabela olha o dia que chega devagar… qual andorinha chapada pastorando o trânsito. Koan zen em porta-copos de papelão. Blogar isso, linkar aquilo.

Chove dentro do seu SyncMaster 17″ e ela não percebe. Pingos de chuva actionscript escorrem sem umidade sobre as tags do site ao lado. E tags são meninas tímidas, você sabe.

- Skip intro, darling…

- Um chá com dub e um pão de ló para enfeitar, pls.

São assim as manhãs na casa dela: devaneios de aurora. Nem sim, nem não. O tempo pára e a platéia questiona: Pra que a pergunta, tio… pra que a pergunta?


In a nutshell

Posted: June 14th, 2006 | Author: | Filed under: Textos | 3 Comments »

- Minha vida só acumula. É que há tanta coisa a ser feita que quando eu penso, desisto…

- Percebeu o erro?

- …

- Não é esse, rapaz… Olha de novo…


Desondulação Ma Non Troppo

Posted: June 7th, 2006 | Author: | Filed under: Textos | 2 Comments »

Tipo de menina líqüida, adaptação de esperteza maleável. Dona de beijo que não cansa a alma, qual massagem tailandesa em porções substanciosas.

Gosta de olhar o mundo como se lhe fosse um anexo. Attach me, pls, darling… De joelho dobrado, mantra pouco é sempre bobagem.

- De quanto em quanto tempo ela bebe água?

- De muito… ela quer ser magra, tá vendo o cor do olho não? Agora fica quieto, que se tocar, estraga…

É, conhecimento dos antigos… dragão atolado na lama diverte as rãs.


Dashboard

Posted: June 1st, 2006 | Author: | Filed under: Textos | 1 Comment »

Corre o vento e Mateus não sonha: distoa.

É que quando o amor desponta, nem com água, nem com conta…


Cães escorridos ladram e muito

Posted: May 20th, 2006 | Author: | Filed under: Textos | 4 Comments »

Lembra daquela vez que a gente começou a correr feito dois loucos na praça em frente a tua casa? Era um desses feriados nonsense de esquina, lembra? A gente estava numa sombra calma, na grama… você deitada, com a cabeça no meu colo, um cara vendendo CDs piratas e aquele cheiro de nuvem no ar… Lembro bem. Lembro certinho na hora que aquela senhora idosa, andando macio, passou carregando um balão de aniversário azul… Caralho, que sensação aquela… tudo pareceu tão pertinho…

Sabe, Mia, a vida é feito liberdade que se encontra no último pedaço de um baton garoto… aquela sensaçãozinha de vazio, mas que de vazio não tem nada… coisa de percepção, de supresa e atenção… quando você imagina, não deu tempo nem de dizer como foi…


Asthanga mode

Posted: May 10th, 2006 | Author: | Filed under: Textos | No Comments »

- Ela parece que carrega uma lua cheia no olhar, sacolé?
- Não… sei não, cara…
- Mas é… mulher assim é bom porque cansa. É um exercício de vida, cumpadre…
- …


Tente, mas não muito

Posted: May 6th, 2006 | Author: | Filed under: Textos | No Comments »

É ali pertinho. Casa verde, pé de planta frutífera na frente, percevejos e besouros soldadinhos em bares de jardim.

Naquela tarde laranja ela disse, “Vem! Que se chamar tem sempre alguém que responde…” e eu nem nem.

Deve ter sido algo amargo que comi quando miúdo. Meus dias são feitos de coragem enlatadas em temor. E a pergunta estaciona: O medo é feio porque sente o que?


Ten Chi

Posted: April 30th, 2006 | Author: | Filed under: Textos | No Comments »

Não comece de novo com suas filosofias de botequim, Antônia… Tem gente que não entende o mundo e pronto.

- Traga-me seu problema aqui, em mãos, que te mostro a solução.

Interferência é conflito. É brigar consigo mesmo. O mundo é você, sempre foi e sempre vai ser… Tem neguinho que sabe disso há 5 mil anos!

É a simplicidade que atrapalha a percepção? Sei não.

Sei que querer o que já se tem é tão engraçado quanto uma lagartixa listrada em aula de yoga…

Eu, se fosse você, não bricava disso não…


Pequeno post it syncmaster

Posted: April 26th, 2006 | Author: | Filed under: Textos | 2 Comments »

Olhou-a pela fresta da janela de pérgolas do bar. Copo na mão, balanço no falar. Esperou-a passar ao lado pra dizer-lhe o nome. Ela respondeu com o dele. Coincidência boa não dá aviso. Uma bebida, duas por favor… entre olhares, cigarros e drogas de esquina beijaram-se como não faziam em outros há tempos.

Red Chinatown atolado de livros no chão. Tente-me e te tiro o medo da vida…

Dali pra lugares variados e amigos de primeiro nome. O mundo é só ambiente. Preocupar-se com ele é desnecessidade. Descobriram isso numa manhã de sábado um ano e 3 meses depois. Viveram sem um olhar de repreensão desde então…


Tomate com manjericão

Posted: April 17th, 2006 | Author: | Filed under: Textos | No Comments »

Um dia santo pode começar com croissants e cafe au lait. Ou não. Um francês amanteigado com o pingado de padaria pode ser indício de brisa fria ao entardecer.

Sei não, Gonzales. Suspeito que a vida mansa está no olho e ninguém se dá ao trabalho de conferir. Viu não? Acho que só arrancaram aquela árvore do sorriso folgado lá na esquina, porque pessoa nunca restou a reparar nela…

Segue a fila, tio… que é questão de tempo. Desperdício de beleza faz muito é mal.


A Música não está no piano

Posted: April 7th, 2006 | Author: | Filed under: Textos | No Comments »

Ao olhar o colo no espelho do elevador, Wanda envelhece. Uma dobra cá, um sinal acolá. Desconhece como não ser. O tempo enfada a pele, e se deixar, todo o resto vai junto.

Terceiro andar e ainda faltam 12. Memoriais embaçados escritos com a mão esquerda : a gente lembra tão pouco do que já viveu…

No anoitecer ao lado dela, um susurro vem e acolhe:

- Fala-me de sonhos, Wanda, que de vida meu pulmão já anda cheio….


Pocket reference thought

Posted: April 3rd, 2006 | Author: | Filed under: Textos | 3 Comments »

Pois é…

Pode até ser que seja verdade. Ou (outra vez?!) maldade. O certo é que acreditar no certo é ingenuidade dessas de 0800. Call me love, baby… guessing games do not last forever.

- Nasceu, fudeu. Já dizia aquele infante ancião em seus prolixos discursos de ateu (praticidade é tudo).

A gente não nasce porque quer. Não respira porque quer. Não ama porque quer.

Nem o céu nubla por acaso… sempre é mais pelo nosso descaso mesmo.


À noite o mundo é maior

Posted: March 30th, 2006 | Author: | Filed under: Textos | 2 Comments »

O olho da direita prevê o clima. O lábio sobe, a razão desce: tem dias que nem fudendo! Qualquer um pode constatar isso sem muita filosofia de entrevistador de tv. Sujeito acorda e o quê? Já foi. Sabia não? Saiu agorinha… tem que prestar atenção nessas coisas, Marcos… a vida não é só isso que te mandaram avisar…

Homem racional, highlander de nascimento:

- Não tô pras tuas hoje, mulher… aquieta o cheiro desse feijão e me deixa pensar em paz…

Dia vai, dia vem.


Hipermídia

Posted: March 23rd, 2006 | Author: | Filed under: Textos | 2 Comments »

Marieta é uma garota cochuda parada numa quina de festa. Minisaia com ipod no bolso, a dançar sua própria música. Típica menina pop up, sabe como é… aquele ar de propaganda intrusiva chamando atenção no ambiente.

- O beijo dela deve ser bom…
- Todo beijo é bom.
- Mas o dela deve ser melhor…

É por aí… seguir o baixo, pequeno gafanhoto, prestar atenção no espaço que fica: o ritmo do mundo é grave.