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Too lazy to be ambitious, I let the world take care of itself. Ten days' worth of rice in my bag; a bundle of twigs by the fireplace. Why chatter about delusion and enlightenment? Listening to the night rain on my roof, I sit comfortably, with both legs stretched out. - Zen Master Ryokan (1758–1831)

Sol de chuva

Posted: March 17th, 2006 | Author: | Filed under: Textos | 1 Comment »

O dia nasce e morre todo dia e ninguém se inquieta com isso. É que sempre existe aquela segurança do dia seguinte.

- Quando eu morrer quero ser igual a você…
- Não vai demorar… Nunca demora.
- …

O mundo tem metade homem, metade mulher. E muito mais gente morta do que viva. Diversão é lembrar disso sempre.


My Dear Notepad

Posted: March 13th, 2006 | Author: | Filed under: Textos | 1 Comment »

Folhas com pizza pra recomeçar.

Como aquela falta que acha que existe por ela mesma. Falta nada não, sujeito. O mundo é mente pura: lavou, tá novo.

- Esses teus textos me fazem cócegas na barriga, sabia?
- Corta o papo e vem cá se ver, baby… Daqui você é ainda mais bonita.

Aconchego do tomate no manjericão: o prelúdio do bordeux tinto aquece com o descaso.


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Posted: March 12th, 2006 | Author: | Filed under: Textos | No Comments »

Ao abrir a porta de casa pela manhã, Mauro encontrou uma paisagem. Novinha. Uma que nunca esteve ali antes. Nem sinal do prédio da frente, nem da rua, nem do bom-dia-tudo-bem-como-vai-seu-josé. Só uma vegetação densa e degradês de verde acqua translúcidos. Brilho, transparência e plastic soda, baby. Agora foi.

- Aquele ali em cima não é o ursinho Puff, pai?

- …

Foi só o tempo de achar o carro escondido entre as folhas cintilantes de purpurina e mel pra decidir resolver a vida.

Deixou o filho etiquetado numa prateleira de shopping e foi ver o mar. Este haveria de lhe contar os segredos do mundo, do tempo e do maldito liqüido rosa que começava a cair do céu sobre sua cabeça, em gotas melódicas, escaladas em dó.